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Administração de Prudentópolis conquista conceito 4 no Enade e no CPC

Semana de Administração é realizada simultaneamente em Prudentópolis e Irati para proporcionar melhor acesso aos alunos (Foto: Marina Lukavy)

O curso de Administração ofertado pela Unicentro no Campus Avançado de Prudentópolis também foi destaque nos índices de avaliação de cursos de graduação divulgados pelo Ministério da Educação. Foram dois conceitos 4, um no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), e outro no Conceito Preliminar de Curso (CPC).A oferta em Prudentópolis tem a mesma coordenação do Departamento de Administração do campus Irati, que tem como chefe o professor Sérgio Luis Dias Doliveira. “Foi um resultado que o coloca entre os melhores cursos do Brasil. Isso é importante porque é a mesma matriz curricular de Irati, com os mesmos professores. E acredito que a dedicação destes é a mesma, nós tentamos duplicar o esforço”, ressalta.
O vice-chefe do Departamento de Administração, professor Mauricio João Atamanczuk ministra aulas no campus avançado. Ele destaca que apesar de ter a mesma matriz curricular do curso ofertado no campus Irati e ser coordenado pelo mesmo Departamento, o público do curso de Prudentópolis é diferente.

Ação de responsabilidade social envolveu crianças de um colégio na conscientização sobre o desmatamento (Foto: Marina Lukavy)

“Sempre que possível tentamos designar o mesmo professor para as disciplinas, independente de qual campus é ofertado o curso. Mas, em Prudentópolis, temos a participação desses alunos com uma perspectiva mais regional, uma abrangência mais voltada para ganho dentro da carreira, que eles já estão inseridos muitas vezes. Acredito que o curso acaba abrindo oportunidades para eles poderem atuar fora do mercado local também, ou seja, os acadêmicos têm uma qualificação que os capacita trabalhar tanto dentro da cidade mesmo, como eles podem desenvolver atividades fora”, afirma Mauricio.
Nas atividades de pesquisa e de responsabilidade social que são desenvolvidas por professores e alunos do curso em Prudentópolis também são trabalhadas as problemáticas da região. “Por exemplo, na Iniciação Científica nós temos projetos na área de alternativas a fumicultura, e temos projetos de responsabilidade social voltados a logística reversa de remédios vencidos. Então, são propostas que atendem as especificidades da região de Prudentópolis. Outro fato é que o curso atende outros municípios. Você alberga outros alunos que não são atendidos normalmente aqui por Irati. As nossas regiões de abrangência são um pouco distintas neste sentido”, acrescenta o professor Sérgio.

Tiago (à direita), com a professora Laura Rinaldi e colega de curso (Foto: Marina Lukavy)

Para o acadêmico Tiago José Vieira, as notas do CPC e do Enade são referência e um reflexo do desenvolvimento e da estrutura do curso, que tem como base a excelência dos docentes. “Os professores são dedicados e, além disso, na nossa grade curricular tem projetos que são propostos, como o de responsabilidade social, que visam profissionais em excelência para a sociedade e para o mercado de trabalho. Creio que as notas do Enade e do CPC vão contribuir muito para o mercado de trabalho tanto para os ex-estudantes e como para aqueles que ainda estão na graduação”, observa Tiago.

Unicentro promove o IX Simpósio de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação Tecnológica

Mestrandos e doutorandos participaram de atividades nos dois campi de Guarapuava (Foto: Márcio Nei dos Santos)

O IX Simpósio de Pesquisa, Pós Graduação e Inovação Tecnológica da Unicentro foi realizado, ao longo da última semana, nos campi da Universidade. O evento é promovido pela Propesp (Pró Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação) e tem como objetivo integrar os pesquisadores – professores, mestrando e doutorandos – de todos os cursos de pós-graduação ofertados pela instituição.
O tema central dessa edição, a Internacionalização, foi abordado na palestra de abertura, ministrada pelo pesquisador Leandro Russovski Tessler, da Unicamp. “Qualquer que seja a nossa área de conhecimento, internacionalizar é fundamental porque abre janelas para um mundo inteiro. A gente transforma o nosso universo que era local ou regional,, em um universo global. E tudo que tem padrões de qualidade globais, é melhor. A ideia é justamente isso, abrir a nossa cabeça, o nosso coração para o que vem de fora”, defendeu.
E foi em busca de aprimorar os conhecimentos em construção que Rodrigo Helleis, estudante do curso de Pós-Graduação em Química da Unicentro, participou do Simpósio. “Eu acredito que os temas escolhidos para esse evento são assuntos que ajudam a gente crescer como aluno e como futuros profissionais. A internacionalização, eu tive uma experiência na graduação na França, e eu entendo como é importante enxergar como os outros países veem o estudo, o ensino, a pesquisa e como você pode trazer e melhorar aqui”.

Gilson Volpato foi um dos palestrantes (Foto: Márcio Nei dos Santos)

Fábio Júnior Telaxka, mestrando de Agronomia, ressalta que a importância de participar do evento também está na oportunidade de estabelecer contato com pesquisas realizadas em outras áreas. “Esse evento vem para contribuir e ajudar na minha carreirae , também, para fazer novas amizades, ter novos conhecimentos, novos contatos com outras áreas além das Agrárias”.
Para Marcos Ventura, pró-reitor de pesquisa da Unicentro, a escolha dos temas abordados durantes os quatro dias do evento são voltados para a capacitação dos profissionais. “Esse ano, nós optamos por trazer alguns temas mais de formação, para a capacitação do projeto institucional de internacionalização e, também, proporcionar uma melhoria na qualidade das publicações científicas e da inovação tecnológica”.
Atualmente, a Unicentro oferece formação continuada em todos os níveis de ensino. A Universidade oferta 16 cursos de mestrado e cinco doutorados, o que possibilita o avanço profissional dos docentes e discentes.
Para o reitor da Unicentro, professor Aldo Nelson Bona, o IX Simpósio Pesquisa, Pós Graduação e Inovação Tecnológica trata de assuntos importantes para o aprimoramento das práticas de pesquisa na Universidade. “Neste ano, particularmente, a programação está assentada sobre o eixo da internacionalização, da redação científica, a formação para o aperfeiçoamento do pesquisador na redação de trabalhos acadêmicos e também,, sobre a redação de patentes. Então, são temas absolutamente do cotidiano da pesquisa e da pós-graduação com abordagens práticas, do como fazer, que tem um efeito bastante grande no sentido de uma formação melhor dos profissionais da instituição, pesquisadores, que no dia a dia lidam com essas questões e que, certamente, ganharam muito com este simpósio.”

Publicidade e Propaganda da Unicentro obtém conceito máximo no Enade

O Enade (Exame Nacional de Desempenho) é aplicado junto aos alunos que estão concluindo um curso superior e tem como objetivo avaliar o rendimento dos estudantes ao longo do curso. Cada curso passa pela avaliação a cada três anos. Em 2015, último exame que teve o resultado divulgado, oito cursos da Unicentro passaram pela avaliação. Um deles foi o de Publicidade e Propaganda que, pela segunda vez consecutiva, obteve conceito 5, a nota máxima conferida pelo Ministério da Educação (MEC).
Para o vice-chefe do Departamento de Comunicação Social, professor Alexandre de Lara, ter o curso bem conceituado no Enade significa ter reconhecido o trabalho que vem sendo desenvolvido. “Os fatores que a gente deve pensar seria, primeiro, pesquisa acadêmica; segundo, a capacitação docente e a promoção docente dentro da própria instituição; a terceira seria a relação do professor com aluno em sala de aula e, principalmente, essa relação nos trabalhos de Iniciação Cientifica, projetos de Extensão, Monitoria discente, dentre outros vários aspectos que qualificam o nosso corpo discente e o nosso corpo docente”, afirma.
Mauricio Pilati está no último ano de Publicidade. Para ele, o diferencial do curso da Unicentro é a formação integral, que trabalha a criatividade dos alunos em diferentes áreas. “O curso de Publicidade e Propaganda da Unicentro é bem completo, ele abrange várias áreas e tanto a parte prática como a teórica são muito bem trabalhadas. É bom porque incentiva os alunos a usar a criatividade e a produzirem”.
O curso também foi bem avaliado, atingindo nota 4, no Conceito Preliminar de Curso (CPC), um indicador que leva em consideração mais variáveis. Além do resultado do Enade, são observados o IDD, que é o Indicador de Diferença dentre os Desempenhos Observado e Esperado, e dados sobre o corpo docente, a infraestrutura do curso e as práticas pedagógicas da instituição de ensino.
A boa avaliação faz com que o Departamento se sinta motivado a buscar seguir se aprimorando sempre, ampliando a qualificação de docentes, e do próprio ensino. “A gente deve continuamente apreciar, efetivamente, quais são os nossos lados positivos e os negativos, tentar reforçar e reestabelecer cada vez mais o positivo – que é a promoção do professor, o acesso à pesquisa -, e, principalmente, a gente deve pensar os fatores negativos – de que forma a gente poderia mudá-los, de que forma a gente poderia melhorá-los e instituir novas atividades, novas regras, novos regulamentos, novas instruções e, sobretudo, novas oportunidades para que a gente pudesse de fato reforçá-los”, explica Alexandre.
O chefe do Departamento, professor Edgard Melech, destaca ainda a importância dessas avaliações para que a graduação da Unicentro possa, seguir melhorando. “Para nós do curso é muito importante e creio que, também, para a Unicentro. Fomos bem avaliados em Jornalismo, em Publicidade e Propaganda,e em vários outros cursos. É claro que isso é um resultado positivo”.

Curso Bom Negócio Paraná segue com inscrições abertas até 23 de abril

A Unicentro está com inscrições abertas para 11. turma do Curso Bom Negócio Paraná, na modalidade de Educação a Distância (EaD). São 150 vagas destinadas a micro e pequenos empreendedores que desejam ter uma formação técnica na área de gestão. O programa é uma iniciativa do Governo do Estado, em parceria, com as instituições de ensino superior. O Projeto também tem o apoio das Secretarias de Indústria e Comércio e das áreas de finanças e fomento do Estado.
O curso se destina a um público bastante diversificado, atendendo desde empresários, micro-empresários e estudantes universitários, até alunos do Ensino Médio em formação técnica. Todos com o mesmo objetivo: o interesse em abrir e manter a própria empresa. “Nós sabemos, e as estatísticas estão comprovando isso, que um número cada vez maior de pessoas está perdendo o emprego formal que detinha. Então, buscar alternativas de renda se tornou, em muitos casos, não só uma opção, mas também uma necessidade”, salienta o orientador do Núcleo Bom Negócio Paraná na Unicentro, professor Márcio Facini.

Ao final do curso, empreendedores recebem certificação (Foto: Coorc)

Durante o curso, serão oferecidas capacitações em cinco áreas: Empreendedorismo, Gestão de Pessoas, Gestão Estratégica, Gestão Financeira e Gestão Comercial. As disciplinas são divididas em módulos e a carga horária total do curso é de 66 horas, geralmente, integralizada em dois meses. O professor Márcio Facini conta que, além do ambiente virtual de aprendizagem, ao final da capacitação, é promovida uma feira de negócios. “É um momento de integração dos alunos, em que eles vão mostrar para os colegas e também para a comunidade o que eles produzem, que produto ou que serviço eles têm pra vender na comunidade onde estão inseridos, ou produtos e serviços que eles ainda pretendam vender”, destaca.
Algo que tem chamado bastante atenção nas últimas edições do curso é a mudança do perfil das pessoas que têm procurado a capacitação. Segundo Facini, cresceu o número de jovens que têm demonstrado interesse em abrir a própria empresa. “Até anos anteriores a gente via turmas normalmente compostas por pessoas mais maduras, que já estavam no mercado de trabalho, que já tinham seus negócios. Agora, nós já estamos vendo aumentar em algumas turmas o número de pessoas mais jovens, que ainda estão buscando entender melhor como funciona o próprio negócio e quais as perspectivas de renda e trabalho que isso pode lhe dar”, avalia.

Participante de uma das turmas do Bom Negócio Paraná, em Feira de Negócios na Unicentro (Foto: Vanessa Barbosa)

Desde a fase de implantação, esse já é o quinto ano do Bom Negócio Paraná na Unicentro. Segundo o professor Facini, durante todo esse tempo, o projeto atingiu 14 cidades da região. “Entre a atividade presencial e a a distância só a Unicentro já atendeu mais de dois mil cursistas, fornecendo esse conhecimento básico em gestão”.
Desenvolvido em dois núcleos da Unicentro, Guarapuava e Irati, o programa conta com uma equipe de três estudantes do Setor de Ciências Sociais Aplicadas, mais três profissionais recém-formados, responsáveis por ministrar o curso e oferecer o suporte necessário aos bolsistas.
Em Guarapuava o programa Bom Negócio Paraná segue com as inscrições abertas até o dia 23 de abril. O início das aulas está previsto para a primeira semana de maio. “O curso é totalmente gratuito e as inscrições devem ser feitas no site da Unicentro (http://evento.unicentro.br/site/pbnp/2017/1).

Entredocentes promoverá Oficina de Aprimoramento da Voz

Os professores compõe um grupo de profissionais que tem na voz uma ferramenta indispensável de trabalho. Foi, então, pensando em dar mais atenção a esse importante aspecto da atuação do docente que o Programa Entredocentes da Unicentro resolveu organizar a oficina “Aprimoramento da voz e da comunicação do professor universitário”, no próximo dia 24.
A professora Wanda Pacheco dos Santos, coordenadora do Programa Entredocentes, explica que a Oficina já foi realizada no campus de Irati. “A temática da voz é muito importante para nós, professores universitários, e a gente vinha, já há algum tempo, conversando com o Departamento de Fonoaudiologia para fazer a oferta dessa oficina também em Guarapuava”.
A Oficina será ministrada pela professora Larissa Thais Donalosso Siqueira, do Departamento de Fonoaudiologia. Os conteúdos do curso estão relacionados a técnicas vocais, exercícios de aquecimento da voz, além de expressão corporal e expressão verbal. O objetivo é dar fundamentos para que o professor utilize a voz de maneira correta.
Segundo a coordenadora do Entredocentes, reclamações sobre falta de voz, voz cansada ou rouquidão são comuns entre os professores. “Muitos docentes nos relatam que, ao final da quarta aula, já indo para quinta aula, não têm mais voz. Então, a intenção é que o professor tenha fundamentos, tenha conhecimentos de como utilizar a voz para que ele não se sinta tão cansado”, pondera Wanda.
Para participar do curso basta se inscrever na página do Programa Entredocentes (evento.unicentro.br/site/entredocentes/2017/1), até o próximo dia 23. Mas, atenção: o número de vagas é limitado. “A intenção é que, se houver um número maior de inscrito que de vagas, a gente possa fazer uma reoferta dessa Oficina. Em princípio, são 25 vagas”, explica a professora Wanda.

Ciências Contábeis do campus Irati obtém conceitos 4 no Enade e CPC

O Iracont é a semana de estudos do curso e possibilita a integração dos acadêmicos com o que há de mais recente na área (Foto: Marina Lukavy)

Com conceitos 4 no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e no Conceito Preliminar de Curso (CPC), Ciências Contábeis do campus Irati da Unicentro é o segundo melhor do Paraná e o quinto colocado na Região Sul do Brasil. A boa avaliação mostra a preocupação em trabalhar os conteúdos desenvolvidos em sala de aula conforme as demandas do mercado de trabalho.
“Ciências Contábeis é um curso já bem conceituado, em outras avaliações ele manteve uma avaliação muito boa. Isso mostra que o curso é estruturado e o nosso currículo adequado com as demandas nacionais exigidas do contador. Penso que esse resultado é importantíssimo porque mostra que o curso está no caminho certo e que nós estamos fazendo um trabalho bom pois é o segundo melhor do Paraná”, destaca a chefe do Departamento, professora Telma Regina Stroparo.
Segundo ela, é possível encontrar egressos do curso de Ciências Contábeis nas mais diversas profissões, atuando na área financeira de organizações públicas e privadas, e ainda na área contábil de muitas instituições. Recentemente, as salas de aula do curso receberam a instalação de recursos multimídia. “Isso foi um avanço. É muito importante para o curso porque melhora a qualidade das aulas. Nós temos também o Laboratório de Práticas Contábeis, onde são desenvolvidas as atividades práticas do curso e outro laboratório que proporciona a junção da parte teórica com a prática”, salienta Telma.
O professor do Departamento de Ciências Contábeis, Alessandro Lepchak explica que o acadêmico recebe conteúdos relacionados a diferentes áreas ao longo da sua formação. “A contabilidade envolve uma interdisciplinaridade muito grande. O aluno recebe noções de Sociologia, Economia, Administração, ou seja, o profissional que é formado no curso acaba tendo uma visão global dos negócios, não fica inserido em uma específica que é a contabilidade, mas sim, pode se envolver na empresa como um todo – na gestão, no planejamento, na estratégia das organizações. O que dá a ele uma bagagem muito grande para entrar no mercado de trabalho. Mesmo que ele não tenha conhecimento daquela função, com o conhecimento adquirido no curso vai conseguir aprender e desempenhar rapidamente o que lhe é exigido”, afirma o professor.
A prova do Enade foi realizada em 2015 e participaram dela os alunos dos bacharelados em Ciências Humanas e em Ciências Sociais Aplicadas. A contadora Rosiane Mikuska é egressa do curso do campus Irati e participou da avaliação. Depois de atuar dois anos no mercado de trabalho, Rosiane agora é aluna do Mestrado em Desenvolvimento Comunitário. “O curso em si é muito bom e nos prepara para o mercado. Tudo o que você vê na teoria dentro da Universidade, na prática você consegue desenvolver. Eu tive a experiência de trabalhar em escritório de contabilidade por dois anos aproximadamente, e tudo que era visto na Universidade eu podia colocar no dia a dia dentro do escritório”, frisa Rosiane.
Para o acadêmico Daniel de Andrade, a boa avaliação do curso possibilita uma melhor visão dos egressos no mercado de trabalho. “Quando entrei no curso não tinha ideia do quão ampla é a área de Contábeis. Agora, com o decorrer do curso, vamos percebendo e analisando que quanto mais a gente estuda, mais áreas vão surgindo. E o curso dá esse panorama de vários segmentos que podemos atuar depois de formados”, conclui Daniel.

Pró-Reitoria de Recursos Humanos promove capacitação para chefias de Departamento

Capacitação está sendo realizada primeiro em Guarapuava, na sequência treinamento ocorrerá em Irati (Foto: Márcio Nei dos Santos)

Os atuais chefes e vice-chefes de Departamento da Unicentro assumiram os cargos no último mês de fevereiro e permanecem nas funções até o início de dois-mil-e-dezenove. Para ajudá-los no desempenho das atividades cotidianas, a Pró-Reitoria de Recursos Humanos preparou um treinamento, que será realizado, em Guarapuava e Irati, em quatro módulos. Para os Departamentos lotados no campi Santa Cruz e Cedeteg as atividades ocorrem nesse mês de abril. Já em Irati, a ação ocorrerá em maio.
O pró-reitor de Recursos Humanos, Robson Ferrás, reiterou que o curso é importante tanto para os chefes que já estão há bastante tempo no cargo, quanto para quem está chegando agora. “A importância é, justamente, tornar mais clara a aplicação dos regulamentos, tirar todas as dúvidas, esclarecer tudo sobre isso de forma a otimizar os trâmites dos processos”.
A professora Sonia Merith Claras está ocupando, pela primeira vez, a função de vice-chefe do Departamento de Letras. Ela acredita que as informações repassadas ajudarão a aprimorar o funcionamento do Departamento. “Mesmo estando na Unicentro desde 2011, conhecendo a instituição como docente, você não tem, muitas vezes, esse olhar administrativo acerca de a quem recorrer, como cada Pró-Reitoria se relaciona com o Departamento. Então, é extremamente importante”, avaliou.

Ação reuniu chefes e vices-chefes de Departamentos lotados nos campi Cedeteg e Santa Cruz (Foto: Márcio Nei dos Santos)

Diferentemente de Sonia, o professor Marcos Roberto da Rosa já foi chefe do Departamento de Química durante seis anos. Agora, ele está de volta, dessa vez na vice-chefia, e acredita que as informações são sempre fundamentais para o bom exercício da função. “Esses encontros são importantes, pois você tem acesso ao todo, ao global. Contribui bastante para a experiência que a gente vai adquirindo e isso aumenta a eficiência do mandato”.
Durante as atividades desse primeiro módulo, Robson destacou que o treinamento não diz respeito apenas ao que está escrito, regulamentado ou normatizado. Para isso, ele acredita que é fundamental os chefes compartilhem suas dificuldades e dúvidas. “Nada melhor do que ouvir as demandas dos departamentos, que estão diretamente envolvidos com as atividades para ajudar a construir entendimento do que precisa ser alterado e transformar isso, eventualmente, numa proposição aos Conselhos Superiores”.
O diretor do campus Santa Cruz, professor Ademir Fanfa Ribas destacou que a capacitação é uma antecipação dos problemas, facilitando o trabalho dos chefes quando as dificuldades chegarem. “A Universidade tem uma estrutura organizacional muito grande, tem vários setores, pró-reitorias, direções… e eu acredito que é muito importante para quem assume um cargo de comando, de liderança, como é o caso dos chefes e vice-chefes de Departamento, conhecer e ter acesso à todas as estruturas e atividades do dia a dia, a rotina de cada setor dessa Universidade”.

Curso de Administração do Santa Cruz comprova excelência com conceito 4 no CPC

A Unicentro possui cursos de graduação em Administração em cinco campi diferentes. Um deles é ofertado no Santa Cruz, que atingiu nota 4 no Conceito Preliminar de Curso (CPC), após a realização do Exame Nacional de Desempenhos de Estudantes (Enade) de 2015. O CPC é um conceito que avalia os cursos de graduação de todo o Brasil atribuindo notas de 1 a 5, de acordo com o grau de excelência de cada um deles. Ele funciona como um indicador de qualidade e é composto por alguns critérios como desempenho de estudantes, infraestrutura do curso e da instituição de ensino, recursos pedagógicos e corpo docente.
A avaliação é realizada pelo Ministério da Educação (MEC), através do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e, portanto, se refere ao mais importante mecanismo de avaliação da qualidade de ensino entre as instituições de ensino superior do país. É por isso que o conceito 4 recebido pelo curso de administração do campus Santa Cruz foi tão comemorado.
“Essa nota é a comprovação de que o trabalho está sendo conduzido de uma maneira adequada. De que os professores estão se qualificando, estão fazendo o trabalho bem feito, estão comprometidos com a qualidade do curso”, celebrou o chefe do Departamento de Administração, professor Ari Schwans.
Para a professora Julie Cristine Dias, o resultado divulgado pelo MEC é o reconhecimento do trabalho feito pelos docentes do curso que estão sempre buscando discutir a bases pedagógicas, tentando oferecer o melhor ensino possível aos acadêmicos que passam pela Unicentro. “A gestão administrativo-pedagógica do curso está atenta e articulada com o Núcleo Docente Estruturante (NDE) para revisões do Projeto Político Pedagógico do curso. Revisões anuais de conteúdo científico são propostas nos planos de ensino para que o curso não fique distante de conteúdo contemporâneo e a própria promoção de eventos acadêmicos são uma estratégia para transferir conhecimento científico”, explicou a professora que integra o NDE do curso.
Mas para que boas notas sejam atribuídas, é preciso que os alunos correspondam ao que lhes é ensinado em sala de aula, já que o conceito passa também por uma avaliação deles. Kenji Kaneko, por exemplo, foi um dos acadêmicos – hoje já formados – que fizeram a prova do Enade em 2015. Para ele o reconhecimento da excelência do curso é apenas mais um motivo para se orgulhar por ter estudado na Unicentro. “Isso faz parte do meu currículo e da minha história de vida. Com essa notícia, sei cada vez mais que me formei em uma instituição séria e responsável, agregando valor ao meu currículo”, comentou.
Para quem ainda está na graduação a nota tem ainda mais valor, já que pode significar mais oportunidades no mercado de trabalho após a formatura. “Esse conceito tem grande significado pra nós, porque nós trabalhamos para isso, e quanto maior o conceito quer dizer que melhor estamos sendo preparados para o mercado de trabalho e isso abre portas”, avaliou a acadêmica do 4º ano Gisele Fogaça del Mouro.
Para o professor Ari, mesmo com o conceito positivo conquistado, muito trabalho deve ser feito para que a qualidade do ensino continue a melhorar e nas próximas avaliações o curso consiga atingir a nota máxima. “Embora nós tenhamos tido uma avaliação boa, sempre tem a melhorar, por isso nós verificamos alguns fatores que tiraram pontos do nosso curso. Esses pontos serão prioridade no processo avaliativo seguinte, para que nós consigamos um desempenho melhor ainda”, finalizou o docente.

Projeto Integração promove oficinas para professores

 

Oficinas são realizadas nas duas cidades sede da Unicentro – Guarapuava e Irati

O Programa Institucional de Formação Continuada de Professores da Unicentro, o Entredocentes, surgiu da necessidade de propiciar uma formação pedagógica contínua aos docentes da Instituição. Por isso, realiza, frequentemente, oficinas que tratam da estrutura, dos processos e dos procedimentos ligados ao dia a dia da Universidade, através do Projeto Integração: Conhecendo a Unicentro. Nesse ano, uma das primeiras edições foi voltada a um dos pilares do Ensino Superior: a pesquisa.
Durante a oficina, os professores tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas com relação aos projetos institucionais de pesquisa e como proceder para participar do Programa de Iniciação Científica, além de entenderem um pouco mais sobre as normativas da área. Para isso, a atividade contou com a participação da equipe da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesp).

Primeira atividade foi voltada à pesquisa, mas outras temáticas, como ensino a distância e extensão, serão abordadas

A professora Katielle Córdova, que é diretora de Pesquisa da Unicentro, acredita que a importância do projeto reside no atendimento de dúvidas específicas dos docentes que ingressaram recentemente na Instituição. “É muito importante para o professor essa apresentação da Universidade, das Pró-Reitorias, das questões de infra-estrutura”.
Embora o Integração tenha sido implantado para auxiliar os docentes que estão ingressando na Universidade, qualquer professor pode participar e tirar suas dúvidas. Esse é o caso, por exemplo, da professora Viviane Knuppel de Quadros Berger. Ela iniciou as atividades na Unicentro ainda em 2003 como colaboradora do Departamento de Enfermagem. Seis anos depois foi aprovada em Concurso Público e efetivada na função. A docente conta que na época teve de procurar diversas informações por conta própria. Agora, viu no programa uma oportunidade para consolidar seu conhecimento sobre a Unicentro. “Algumas informações eu já tinha, justamente porque eu já tive todos os projetos que foram descritos – Projeto de Pesquisa, tanto o Especial (PqE, voltado para professores temporários) como o Isolado (PqI, para efetivos). Ainda assim, algumas informações eu não tinha conhecimento e, por isso, agregou. Quando for fazer e submeter os próximos projetos vai ser muito mais fácil toda essa modalidade de protocolo”, destaca Viviane.

Integração foi idealizado para professores em início de carreira na Unicentro, mas todo docente da Universidade pode participar

Para a professora Roseli de Oliveira Machado, que é uma das coordenadora do Integração, é gratificante ver professores do quadro efetivo aderindo, voluntariamente, ao projeto. “É muito interessante que todos os professores participem, não só aqueles em estágio probatório, que são o público alvo do projeto, e que demandam uma acolhida maior, até porque estão chegando na Universidade, mas também os demais. Eu já estou aqui na Unicentro há mais de oito anos e tem muita coisa que a gente ainda não conhece, que a gente precisa conhecer. Então, é muito interessante que toda comunidade participe”, avalia.
A professora Stella Maris Lima Altoé é colaboradora do Departamento de Ciências Contábeis. A docente revelou já ter encaminhado, erradamente, um processo e acredita que as informações são essenciais para que os equívocos não sejam cometidos. “A oficina respondeu perguntas que nós temos, e numa linguagem bem simples, bem acessível. Então, acredito que facilita e evita possíveis erros também”.
Na mesma linha, Katielle destaca a importância de interpretar corretamente os regulamentos, acrescentando que o Integração tem contribuído para sanar muitas dúvidas. “Qual trâmite o professor deve seguir, como ele deve proceder em função de alguma dúvida. Quando a gente entra, muitas vezes, não tem esse entendimento, não sabe onde procurar ajuda também. Então, pode ocorrer um erro ou outro ou a perda prazos. Por isso, o projeto é tão importante”.

Uma nova etapa do projeto está agendada para essa quarta-feira, 19

E é justamente essa a função do Projeto Integração: promover uma visão ampla das esferas pedagógica e administrativa da Instituição. “A partir do momento que o professor tem contato com as Pró-Reitorias ele acaba tendo, além de noções sobre o funcionamento da estrutura administrativa, todas as orientações necessárias para a vida acadêmica: como conduzir em sala de aula, quais são os projetos institucionais de ensino, como ele pode fazer um projeto de extensão, como ele pode participar de programas de pesquisa, programas de Iniciação Científica e por aí vai. Então, é super importante e é também uma forma de acolhimento aos nossos professores”, avalia Roseli.
O Integração é realizado na Unicentro desde 2015. Nesse ano, as oficinas serão ministradas em Guarapuava, no primeiro semestre, e em Irati, no segundo. A próxima oficina será realizada amanhã, dia 19 de abril na Sala de Eventos do Campus Santa Cruz , com a participação da Proec (Pró-Reitoria de Extensão e Cultura) e do Nead (Núcleo de Ensino à Distância).

Enade e CPC atestam curso de Psicologia da Unicentro como melhor do estado

Com nota 5, a máxima do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), o curso de Psicologia do campus Irati da Unicentro é o melhor do Paraná. O resultado é corroborado também pelo CPC, o Conceito Preliminar de Curso. Ambos são indicadores divulgados pelo Ministério da Educação sobre cursos de graduação de todo o Brasil.
“Para nós, primeiro, é motivo de muito orgulho. Mas, sobretudo, é um reconhecimento do trabalho que temos feito nesses pouco mais de 13 anos do curso. É um curso relativamente novo se compararmos com as outras universidades estaduais do Paraná. Então, quando temos um resultado da melhor Universidade do estado no curso de Psicologia, acredito que é um grande avanço e motivo de muito orgulho pra nós”, destaca a chefe do Departamento de Psicologia, professora Kátia Alexsandra dos Santos.

Eventos têm dado visibilidade ao curso. Em 2016, mais de 500 pessoas participaram do III Congresso Internacional de Saúde Mental (Foto: Coorc)

Segundo Kátia, o corpo docente do curso é bastante plural. O que significa para os acadêmicos uma formação heterogênea, com possibilidades de experimentar diversos campos de atuação e perspectivas teóricas. “Nós temos proporcionado uma formação generalista. A maioria do nosso corpo docente tem doutorado, poucos professores ainda estão em formação. Nós temos, principalmente, uma formação bastante crítica e, acredito, essa é uma das características principais do curso de Psicologia, tal como ele é conhecido na nossa Universidade e fora dela também”, complementa.
Além das disciplinas ofertadas nas salas de aula, o curso possibilita aos acadêmicos diversos projetos de extensão e proposições de estágio nas diferentes áreas da Psicologia. Kátia explica que a esse processo soma-se a pesquisa. Dentre os vários projetos desenvolvidos pelo curso são alguns exemplos: o Núcleo de Estudos e Defesa dos Direitos da Infância e Juventude (Neddij); o “Friends: construindo habilidades socioemocionais e promovendo resiliência na infância”; grupo de apoio a pais na fila da adoção e um novo projeto que é o Núcleo Maria da Penha (Numape), que se propõe a atender mulheres vítimas de violência.

O curso promove a mostra de estágios que é um momento de troca de experiências (Foto: Coorc)

“Em todos esses projetos de extensão, os nossos alunos participam como estagiários e, eventualmente, fazem pesquisas também, porque os professores acabam vinculando as suas atividades de pesquisa a esses projetos. Além disso, nós temos grupos de estudo nas mais diversas áreas que se colocam a partir também de outros projetos de extensão, projetos que vinculam áreas específicas da Psicologia com cinema e outras áreas do saber. E é essa formação plural que dá a característica do nosso curso”, ressalta a chefe do Departamento.
A psicóloga Glaucia Miranda é egressa do curso da Unicentro e participou das provas do Enade. Ela frisa que a avaliação é importante na medida em que possui um caráter integrador e em que possibilita analisar por quais caminhos a formação se deu. “Não é só uma prova de múltipla escolha. Ela articula teoria e prática, porque é colocada uma situação e você precisa pensar em como que atuaria naquele cenário. São várias situações diferentes em contextos diversos. E a avaliação é importante também porque tem um questionário que vai avaliar a infraestrutura da universidade, os recursos humanos, material didático, ou seja, fatores que influenciam diretamente no curso”, observa.
Enquanto profissional, Gláucia destaca que é possível notar uma mudança de perfil no curso desde o seu início. Hoje ele é muito voltado para as questões sociais, crítico e tem se aberto para o diálogo com outras áreas, oferecendo uma formação ampliada. Para ela, o curso é pioneiro ao promover discussões sobre legislação e políticas públicas. Inclusões importantes já que muitos profissionais vão atuar no setor público e precisam desse embasamento.
“Sempre tem o que melhorar, que é o que coloca em movimento também o curso. Mas foi uma experiência bastante positiva. Saímos profissionais críticos, bastante comprometidos, voltados para trabalhar em equipes multidisciplinares nas práticas mais emergentes da Psicologia. Conversando com egressos das outras universidades e da nossa mesmo, a percebemos essa mudança do perfil do estudante também e que se não sabemos tudo, quando chegamos em algum serviço, temos uma base e sabemos o caminho por onde ir, onde buscar”, avalia Glaucia.
A vice-chefe do Departamento, professora Alayde Digiovanni, conta que a prova do Enade foi considerada bastante abrangente em termos de conteúdo pela Associação Brasileira de Ensino de Psicologia. “A gente teve a oportunidade de acessar essa avaliação preliminar, e percebemos que essa prova contemplou, de modo geral, todos os conteúdos da Psicologia, com uma questão referente aos mais variados conteúdos da Psicologia. Quando tivemos esse resultado no Enade ficamos de certa maneira satisfeitos, vendo que a prova é relativamente bem feita e que abrangia toda a Psicologia, e que as nossas alunas e alunos puderam responder adequadamente estas questões e atingir a pontuação que atingiram”, conclui Alayde.

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